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Plano alimentar é ponto fundamental do tratamento de qualquer tipo de paciente diabético.

A dosagem de insulina pode ser usada, com os níveis de glicose and peptídeo C , para diagnóstico de Insulinomas e para investigar a causa de hipoglicemia aguda ou crônica Os níveis de insulina e de peptídeo C podem também ser usados para monitorar a produção de insulina endógena pelas células beta , para verificar resistência à insulina e para determinar quando um diabético do tipo 2 deve começar a tomar insulina para suplementar os medicamentos orais. Está indicado uso de insulina nos diabéticos tipo I, assim como nos diabéticos tipo II que não respondem ao tratamento dietético e aos hipoglicemiantes orais.



Pacientes diabéticos apresentam uma maior prevalência de hipertensão arterial, obesidade e alterações de gorduras. A hereditariedade desempenha um papel importante na predisposição ao tipo 2 - ao contrário do que acontece com tipo 1. Se você tem pais, avós ou tios diabéticos, fique alerta: suas chances de desenvolver a diabete são grandes. A outra manifestação da doença é diabete do tipo 1. Afeta um em cada nove diabéticos, em geral surge na infância ou na adolescência e acompanha a pessoa pelo resto da vida, obrigando-a a um controle permanente.

Pacientes diabéticos podem perceber que seu tratamento com insulina engorda. Desta maneira, vamos esclarecer a todos os diabéticos e cuidadores de diabéticos que utilizam insulina. Retornando a falta de energia no organismo, por conta da glicose não entrar nas células, a pessoa com diabetes tipo 1 tem um problema contrário aos diabéticos tipo 2.

Catara!

Catarata: é do tipo senil, que ocorre mais precocemente e com maior freqüência nos diabéticos de tipo 2. Campos (2000) defende que exercício ajuda no controle do diabetes e traz múltiplos benefícios na qualidade de vida do diabético. Cerca de 50% dos portadores de diabetes desconhecem diagnóstico e cerca de 41 milhões que poderiam ser considerados pré-diabéticos.Tendo vista que, diabetes afeta 12% da população do Brasil (aproximadamente 22 milhões de pessoas) e que está na lista das cinco doenças de maior índice de morte do mundo: a diabetes.

A maioria das pessoas tem a que os médicos chamam Tipo 2, ou diabete da idade adulta.Enquanto que perto de um terço dos diabéticos do Tipo 2 necessitam insulina para controlar açúcar no sangue, outro terço usa remédios para aumentar a produção de insulina; terço restante dos diabéticos Tipo 2 somente precisam seguir medidas sem remédios (como dieta, perda de peso, e exercício) para controlar sua doença.

Os programas de reeducação alimentar da Rede Credenciada Nutrício são indicados para indivíduos com excesso de peso que desejam emagrecer, diabéticos, hipertensos, portadores de gastrite e de colesterol sanguíneo elevado. Dessa forma, a insulina pode atender melhor às necessidades dos diabéticos.

Exercício

No entanto, recentes estudos tem demonstrado que exercício resistido também é benéfico no controle glicêmico do diabetes tipo 2 (Dustan, 1998 ). Os alimentos com baixo índice glicêmico são recomendados aos diabéticos por não provocarem grandes oscilações na glicemia. 18 ( Mais informações sobre exercícios e diabetes tipo 1 ) Nas grandes cidades existem academias especializadas em pacientes com problemas de saúde e que podem ajudar na escolha e monitoração correta da prática dos exercícios para diabéticos.

Diabetes é uma doença que não tem cura, porém, nos últimos anos a qualidade de vida dos diabéticos aumentou bastante. Enquanto esses efeitos podem ser verdadeiros ou não, uso da insulina por não diabéticos é um risco sério à saúde. E também possui magnésio, importante mineral para diabéticos, e consume deste mineral diminui risco de diabetes tipo 2.

Diabetes Mellitus Tipo 1 é mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens e atinge 10% do total de diabéticos (NETTO, 2000). Com esse trabalho, esperamos ter despertado a reflexão sobre a importância do enfermeiro na estratégia saúde da família na prevenção do pé diabético. Recentemente, foi descoberta uma mutação na enzima glucoquinase da célula beta de famílias com maturity-onset diabetes of the young (Mody), uma forma de doença distinta da diabetes tipo II, devido ao início precoce a herança dominante, como também no gene glicogênio-sintetase de diabéticos não insulino-dependente com hipertensão e resistência à insulina.

Powers e Howley (2005), diz que exercício físico aumenta a velocidade com que a glicose deixa sangue, dessa maneira, exercício tem sido visto como uma parte útil do tratamento para manter controle da glicemia no diabético tipo 2.